Passeando pelo clássico e o popular

Unir o erudito e o popular é tarefa árdua que requer precisão técnica, conhecimento amplo e generosidade.

Precisão técnica, pois é preciso conhecer as obras eruditas a ponto de transformá-las em algo acessível e popular.

Conhecimento amplo, pois somente através da familiaridade, o erudito perde seu mistério e torna-se decifrável.

Generosidade, pois para levar conhecimento de alto nível ao maior número possível de pessoas requer vontade de dividi-lo.

Versão Brasileira

O show, que estreou oficialmente como parte da programação do Festival de Campos do Jordão, diverte e emociona a platéia. Claudio Goldman narra histórias, passeia pelos temas com familiaridade e surpreende com sua voz raríssima: tudo permeado pelo bom gosto extremo dos arranjos também assinados pelo cantor/compositor que executa ao piano ao longo do show, acompanhado pelo baixo acústico de Frank Herzberg, percussão de Décio Gioielli e clarinete pelo maestro Gabriel Goldman, irmão de Claudio.

Passeando pelo clássico e o popular que apresenta canções de grandes autores da música clássica em ritmos populares e graciosos:

A famosa canção “Pour Elise”, de Beethoven, transforma-se num irresistível Chorinho brasileiro;

A triste “Gymnopedie”, de Erik Satie, recebe letra em português composta pelo cantor/compositor: palavras delicadas para uma melodia tocante;

La Ci Darem Mano”, da ópera “Don Giovanni”, de Mozart, renasce vigorosa e engraçada num Xote Nordestino.

Barbeiro de Sevilha” (“Largo al Factotum) de Gioachino Rossini, e “Summertime” ( da ópera “Porgy and Bess”), de George Gershwin, também marcam presença em versões inspiradas, além de “Insensatez”, de Tom Jobim, baseada no prelúdio nº 4 de Frederic Chopin.

Sem dúvida um show oportuno, no momento em que a música erudita é notadamente valorizada e precisa ser levada ao grande público com respeito e qualidade: o que só os grandes artistas conseguem.

Sobre Claudio Goldman

Claudio nasceu em uma família de músicos. Iniciou seus estudos de bateria e piano aos 7 anos. Cursou Unesp e Faculdade Paulista de Arte, sendo aluno de Hans Joachim Koellreuter, Samuel Kerr, Régis Duprat, entre outros.

Foi indicado ao Prêmio Sharp (Prêmio Tim e, agora, Premio da Música Brasileira) por seu primeiro CD e cantor residente no Cassino Estoril, em Portugal, por oito meses. Finalista do Prêmio Visa 2003, protagonizou vários musicais, sendo selecionado para o papel de “Monsieur Firmin” na versão brasileira do musical “O Fantasma da Ópera”.

Casado, pai de duas filhas, Claudio Goldman é cantor prolífico, exímio pianista e compositor sensível.

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